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Mostrando postagens de novembro, 2025

Máscaras Invisíveis!

Máscaras Invisíveis! Usam-se “máscaras”. Para cada ocasião, veste-se uma delas. Não são vistas literalmente, mas percebem-se com clareza quando atitudes e práticas se diferenciam das de outros — mesmo que se esteja no mesmo ambiente, realizando as mesmas coisas. Não se trata de um adereço festivo ou fantasioso. São máscaras calculadas, ajustadas em si mesmas, sobretudo com o propósito de prejudicar aqueles que nada têm a ver com seus ciclos, suas pretensões e suas idealizações — círculos nos quais se incluem e que desejam perpetuar perante a sociedade. O pior é que essas máscaras invisíveis estão sendo produzidas em larga escala. O alcance de suas intenções cresce, assim como a disseminação ideológica que carregam. Tudo de forma quase velada, disfarçada sob o nome de democracia. É tempo de rever atos e ações. De reconhecer se o que se faz condiz ou não com os frutos que se colhem. Pois muitos julgam seus opositores com rigor e, ao mesmo tempo, apadrinham seus “chegados”, mesmo quando o...

O Sabor do Intangível!

O Sabor do Intangível Quem me dera — o que minh’alma quisera. Nem isso, nem aquilo… estive à espera. Um desejo sensível, aprazível, tão simples, e ao mesmo tempo sem cheiro, sem gosto. O que me deras, ó "pobre" vida? Calaste meu falar — até meu silêncio agora quer articular. Entre dizer e emudecer, tanto faz: ninguém me ouvirá. Se assim é assim, por que reparas em mim? Um “deveras” de mim ou inverdades em ti? Respostas acessíveis tenho — e você se cerca de perguntas. Apenas apanhas fragmentos, tocas alguns tormentos; os “quês”, por vezes, não são porquês, e sim respostas. Queres de mim meu sonho? Então deixarei de sonhar… não! Mas se sonhares junto comigo — ainda hoje; O amanhã será completamente diferente. NRC®  

Nível Que Poucos Alcançam!

 Nível Que Poucos Alcançam! Não me entender — até é compreensível. Para mim,  os outros sequer se permitem — sequer se abrem — para o esclarecimento. Quando enfim me compreenderem, saberei:  fui promovido a outro nível, àquele que poucos alcançam. Como passar de uma fase para outra  pelos meus próprios méritos — não por ser o que esperam de mim, mas por ser o que é importante para mim . Quando compreenderem o valor e a intenção  de cada junção de letras e vogais, a performance das frases, o sorriso de uma palavra e o aprendizado escondido em uma lágrima contida. Com verbo ou sem ele,  com ação, ou apenas com estado — presente e ao mesmo tempo distante. Eu então diria a mim:  pensar vai além de existir; estar não é apenas presença, é, sem dúvida, participação. NRC®

Uma Coisa te Falta!

  Uma Coisa te Falta! Se em tudo tenho sido correto — pensamos às vezes — então não me falta nada. Talvez apenas o reconhecimento dos homens… Quantas vezes avaliamos nossos próprios atos e concluímos: “Estou completo, realizado, justo o suficiente…” Entretanto, mesmo nessas certezas, sempre haverá algo desalinhado — muitas vezes despercebido, ou escondido para não manchar a imagem perfeita que queremos exibir aos olhos dos outros. Para ilustrar, recordemos um jovem muito rico. Nada lhe faltava. Vivia com abundância e prestígio. Ao ouvir que Jesus Cristo passaria por sua cidade, correu ao encontro do Mestre, seguro de que suas obras o qualificavam para a vida eterna. Perguntou: — O que devo fazer para herdar a vida eterna? Jesus respondeu: — Conheces os mandamentos? E com confiança na própria justiça, disse o jovem: — Desde a minha mocidade os tenho observado. Mas o olhar de Jesus foi além das aparências,...

Sinais Invisíveis!

 Sinais Invisíveis! A que ponto chegamos? Ou, talvez, por que se chegou a tal ponto? Os sinais e as amostras estão ali — quase imperceptíveis, mas presentes. Se reparados a tempo, podem ser convite para uma conversa, uma aproximação, um cuidado maior. À primeira vista parece normal. Nada de alarmante se nota. Mas, mais adiante, os sinais ignorados hoje podem se tornar consequências desastrosas e inesperadas amanhã. Os comportamentos dizem muito sobre quem somos e sobre o que sentimos. Isolamentos, mudanças bruscas, silêncios incomuns — tudo isso precisa ser observado, porque são pistas de que algo está desalinhado, algo que clama — mesmo sem voz — por atenção. NRC®

O Peso da Complacência!

 O Peso da Complacência! Falar do quê, mesmo havendo tantos porquês? Direcionar a alguém? Não há necessidade. A reflexão pode alcançar qualquer um — sem pretensão, sem imposição, sem discursos vazios. Tudo parece virado, ou talvez quase tudo. Tornamo-nos complacentes com o que tem acontecido, e já não há esforço real para mudar o quadro que se apresenta diante de nós. O silêncio — ou a inércia — daqueles que não compactuam com esse cenário acaba se parecendo com a atitude dos que o alimentam. E quem somos, afinal? Os que defendem o conservadorismo de práticas esquecidas? Ou os que, lembrando-as, não as difundem nem as vivem? NRC®

Inalcançável!

Inalcançável! Longe daqui, mais distante do que há lá, os olhos não conseguem alcançar. Nesse estado em que se vai, o caminho se alonga, mesmo quando não é tão longo assim. As melhores ferramentas permanecem guardadas, escondidas em algum lugar do ser. O tempo passa, as pessoas também, e — pior — as chances vão embora sem serem percebidas, logo, sem serem utilizadas. O problema não é apenas a distância que não se vê, mas a incapacidade de compreender aquilo que está perto — tão perto que uma venda constante parece impedir os olhos de enxergar. E não se trata somente disso: a solução está além das nossas forças e condições, e ainda assim requer ser alcançada, desde que recebamos a graça daquilo que chamamos inalcançável. NRC®

Nenhuma semente é neutra!

Nenhuma semente é neutra! Dizem que, cedo ou tarde, a matemática se faz notória —  a conta chega, mesmo para quem não domina todas as operações. Mas talvez seja ainda mais simples compreender pela lei da semeadura :  toda semente plantada gera fruto,  e até a semente infrutífera produz resultado — o da ausência. Por isso, saibamos resolver antes que a cobrança venha,  e plantemos boas ações em nossa vida,  pois mais cedo ou mais tarde todos nós prestaremos contas. NRC®

O Desconforto que Ensina!

  O Desconforto que Ensina! E quando você se vê inserido em algo que nem sequer compreende? Quando o que aconteceu — ou está acontecendo — escapa até mesmo ao entendimento do próprio autor dos fatos? Nessa ausência de clareza, o espaço é aberto para que outros argumentem como bem desejarem, mesmo sem qualquer certeza daquilo que realmente ocorreu. Por isso, torna-se urgente separar fatos de pessoas. E entre uma coisa e outra nasce a necessidade de refletir. Esse acontecimento — não exposto aqui, mas muito vivo em mim — esclarece mais a mim do que a qualquer observador externo. Traz desconforto, sim. Talvez por isso eu precise recolher-me um pouco, não para desaparecer, mas para permitir-me fazer algo melhor — algo menos chamativo, mais leve, mais tolerável — sem, no entanto, me tornar apático. NRC®  

Uma Cor!

Uma Cor! Uma luta atravessa séculos: de um lado, a cor; do outro, a “cor” invisível. Depois de assistir ao filme “Direito de Matar” , brilhantemente interpretado por Samuel L. Jackson, ecoaram em mim reflexos daquela história — tão reais quanto às cenas vividas pelos atores. Não se trata de defender o “direito de matar”, mas sim o direito de fazer justiça sem que a cor da pele ou a posição social sejam o filtro do julgamento. Ninguém nasce com intenção de ferir. Mas o ambiente — duro, desigual, hostil — molda caminhos e empurra muitos para as margens ainda nos primeiros passos da vida. Alguns conseguem superar o destino traçado pelo sistema que os oprime. Outros, não. A justiça deveria ser sempre cega — ou, na verdade, sem olhos — julgando crimes sem esquecer das vítimas, mas também sem escolher quem deve ser ouvido ou ignorado. Hoje, porém, vemos bandeiras erguidas com intenções separatistas: enxergam apenas um lado e não o todo. Há criminosos, sim; mas também há vítimas ...

Construa hoje, recolha amanhã!

  Construa hoje, recolha amanhã! Não adie aquilo que pode evitar arrependimentos. Faça hoje o que precisa ser feito — na vida pessoal ou profissional — mesmo que a disposição não seja a ideal.  A ausência de atitude gera remorso, e o remorso gera procrastinação. Por isso, ainda que o cansaço se faça presente, avance um pouco. Dê um passo. Um movimento mínimo já mantém você no caminho.  Amanhã, você enxergará claramente o valor do esforço de hoje. Momentos difíceis sempre existirão; porém, deixar de agir por causa deles custa ainda mais caro — e, muitas vezes, quando percebemos, já é tarde para mudar o rumo das coisas. Construir algo — mesmo com esforço — é quase sempre menos trabalhoso do que reconstruir o que está cheio de vícios, falhas ou sinais de fracasso anunciado.  Por isso, pare, reflita e mantenha o foco no seu propósito. Quando você age, o cérebro reconhece a importância do objetivo e recompensa com satisfação, progresso e sensação real de sucesso . NRC®

Ausência!

Ausência! Até quando perdurará a falta de não estar presente? Haverá um tempo — longo ou breve — não sei dizer… porque somente você pode demonstrar. E quando meu nome se apagar da sua mente? Quando os momentos que vivemos — os sorrisos, as alegrias, as lágrimas — deixarem de existir em você? Quando você esconder o próprio sorriso, o próprio amor, e decidir afastar-se de mim… como suportarei a sua ausência? NRC®  

A Arte de Atingir o Outro!

 A Arte de Atingir o Outro! Seria possível semear nas mentes alheias as verdadeiras intenções,  sem despertar suspeitas?  As pessoas caminham tão tensas, tão cansadas,  com poucas perspectivas — e o pouco que resta, escapa. Não desejo moldá-las ao meu mundo, nem a um ideal qualquer. Q uero apenas fazê-las participar — viver —  com mais presença do que passividade. Ah… quem me dera esgotar-me de mim,  por ter, enfim, alcançado você. NRC®

A Herança Que Moldou Quem Sou!

  A Herança Que Moldou Quem Sou! Ganhara de papai e de mamãe um tesouro —  não feito de ouro, mas tecido de eternidade.  Desde então, tantas mudanças…  e ainda assim, aquilo permaneceu. Um presente tão vivo, tão ardente,  que brilha, aquece, sustém, e me detém antes da queda. Sonhara tanto…  quantos sonhos gastos, desperdiçados em pensamentos vazios, e até hoje me pergunto: por que os imaginei? Ele e ela — dois mundos.  Eu — um pequeno ser, frágil milagre, moldado pelas mãos deles, por Deus envolvido.  Uma sinestesia de sentidos,  um oceano de metáforas,  e ainda assim, nada explica melhor  o que em mim se tornou real. Porque aquilo que recebi não se compra — se conquista!  E se um dia eu o perder, apagará o brilho do sorriso, o olhar de ternura, a gratidão que me veste. Característica única, rara, inegociável,  tê-la distingue quem somos daquilo que o mundo tanto clama alcançar. Falo do começo que ecoa at...

Tesouro Intransferível!

Tesouro Intransferível! Ganhei de papai e de mamãe um presente que o tempo não levou.  Não era ouro, nem riqueza — era educação, era valor.  Se um dia eu o perder, apaga-se o brilho do meu sorriso  e o sentido de quem sou.  Porque o maior tesouro do mundo não está à venda:  ele nasce no berço e vive para sempre em nós.   NRC®

Até que a Esperança morra!

  Até Que a Esperança Morra! Quando um dia se tornar igual a qualquer outro, é porque estive ausente. Se o dia de hoje não existir em mim, é porque estive ausente. Imaginar o futuro sem atravessar o presente faz-me permanecer ausente. Por que escolhemos aquilo que é complexo e negligenciamos o simples? Tal questionamento me distancia de mim. Do ontem me lembrei… E, entre a dor e o êxito, percebi que a dor pesou mais. Faltam ações nas minhas reações; Furto-me de acreditar que apenas existo, Se não houver em mim atitudes que repercutam, em algum tempo, na vida de alguém. No dia em que a esperança deixar de existir em mim, Nesse dia, de fato, terei morrido — ainda que eu continue vivo. NRC®

Recompensa dos que Não Desistem!

Recompensa dos que Não Desistem! Aquilo que se busca — ou deseja conquistar — requer muito esforço, ou melhor, exige do ser humano mais do que o normal, é possível certificar-se de que o caminho é esse. E assim, entre dias bons e dias difíceis, a recompensa virá como galardão: fruto daquilo por que tanto se lutou. NRC®

A distância tão próxima!

A distância tão próxima! Parece tão simples — e, ao mesmo tempo, intenso demais — o ato de perceber, com olhos atentos, atitudes que revelam exemplos genuínos, em meio a uma sociedade obcecada pelo glamour e pela autopromoção. Há quem ainda valorize o essencial: a família, os amigos, os bons costumes — valores que, outrora, pulsavam com mais força, mas que o tempo tem enfraquecido diante da pressa e da superficialidade. Hoje, a sinceridade do coração se revela nas pequenas ações espontâneas, naquilo que não rende aplausos nem likes, mas que carrega significado real. Reclama-se das guerras distantes, enquanto se ignora as batalhas silenciosas que acontecem ao nosso redor: relações negligenciadas, olhares indiferentes, convivências fragmentadas. O verdadeiro diferencial da vida está no que somos, ou no que decidimos nos tornar. Está na simplicidade valorizada, nos gestos raros, inteiros, humanos. Pois vivemos lado a lado, mas nem sempre juntos; falamos, mas não dialogamos; encontramos pe...

Cacos

 Cacos Um catado de coisas, juntadas de algo sobre alguém — talvez sobre mim. Falar sem ordem, sem lógica aparente, sem medir as frases, torna-se válido se compreendes minha intenção. Juntei cacos. Fragmentos. Restos de pensamento. E deles nasceu poesia. Com rima ou sem rima, não importa — o destaque não está na forma, mas no sentir. Se tais pedaços, remendados, selecionados por mim, agradam, é porque houve compreensão. Se não, continuarão apenas cacos: como objetos vazios, sem sonho, sem propósito. Pois só ganha vida aquilo que se junta e se projeta na direção do que se deseja. É assim que surge conexão, coroação, sentido. NRC®

Sentença da Consciência

Sentença da Consciência Uma atitude, uma ação, uma decisão. Berço, infância, juventude, fase adulta — cada etapa grava escolhas, cada escolha escreve destino. Desde o primeiro entendimento de pertencimento, nossos atos revelam o que realmente vale a pena: Dar continuidade ao sonho, honrar o aprendizado recebido, ou viver à deriva daquilo que um dia foi construído? Fantasias surgem e logo se vão; mas o que permanece é a essência de quem se é. E quando chegam os momentos vazios e incertos, qual atitude tomar? Que escolha sustentar? Em jogo está o caráter, a integridade, a consciência.  E, por fim, a própria mente mostrará a sentença. NRC®

Prosseguir!

Prosseguir! Foge de mim  o pensamento que não é meu; Furtá-lo não seria crime,  mas préstimo ao que desejo alcançar. Tudo isso parece morar  em terra estranha,  mesmo não sendo fruto  do que idealizei. E se um dia, por fraqueza,  pensar em desistir,  direi a mim mesmo: — não morri,  apenas deixei de acreditar. As circunstâncias  nem sempre serão favoráveis,  nem sempre trarão recompensa; Ainda assim, prossigo  com o que tenho,  com o que sou,  sabendo que o esforço  e o ato de ir além  coroarão minhas expectativas. NRC®

Alma que encanta

  Alma que encanta A alma que encanta, sem jamais ser desalmada; longe de fingir ser o que não é, simplesmente existe, plena em sua verdade. Caminha entre aqueles que a amam, e, com sua luz serena, alegra o próprio encanto que carrega. Mesmo distante, permanece perto; mesmo longe, permanece segura. Pois há almas assim: que não precisam estar por perto para continuar habitando o coração. NRC®

Felicidade, entre!

Felicidade, entre! Seria uma condição, uma posição, um status, um estado…  Ser feliz vai além de tudo isso: felicidade carrega em si o verdadeiro “eu”. Não é a ausência de contrariedades, mas o saber viver diante delas. Ver a vida como presente impede que sejamos ausentes — de nós mesmos ou de qualquer coisa que realmente importe. A rapidez com que as coisas acontecem não muda o que existe dentro de uma pessoa, a menos que permitamos. Se permitimos, alteramos novamente a alegria da felicidade — aquela que, tantas vezes, não preservamos. Entre, felicidade! Faz-me realmente feliz: grato pelo que tenho, grato pelo que sou, e, consequentemente, grato pela vida. NRC®  

Gratidão: Pequenos Gestos, Grandes Sentidos!

Gratidão: Pequenos Gestos, Grandes Sentidos! Grato! Grato pelo quê? Pelo que fizestes por mim! Esse tem sido o sentimento de agradecimento de alguns. Mesmo que pouco, se multiplica em boas intenções diante daquilo que fazemos. Não que tais respostas sejam necessárias aos ouvidos de quem apenas faz — ou procura fazer — algo além daquilo que recebe. Gratidão é simplesmente a marca de pessoas que sabem valorizar uma intenção, seja pequena ou grande, mas realizada de forma profissional, com responsabilidade e dedicação. NRC®  

Obscuridades à Mostra!

  Obscuridades à Mostra! Rebela-se, e traz à tona a imensidão de suas obscuridades. Aquilo que outrora fazia ou defendia — simples assim — h oje se revela contraditório. Participava daquilo sem temor, seguro de si, acima de qualquer questionamento. Enquanto suas mentes se movem nessas práticas,  julgam-nas belas, nobres, quase fraternas. Defendem até o que já mostra ser pura enganação. São pensamentos regados de supostas suficiências,  que apenas ocultam suas profundas insuficiências. Atacam os que não se alinham à mentira que pregam, a prisionam-nos em falácias, e o pior:  engordam o sistema com suas próprias ilusões,  sem se preocuparem com qualquer dieta  contra essas artimanhas ideológicas. NRC®

Quando me perdi de mim!

“ Quando me perdi de mim” Quando de mim despedaçou o verdadeiro ser, E quanto de mim se foi, perdi-me em mim. Não mais me reconheci — estranho ao próprio peito, Ser de outrora, volte em boa hora, antes que o pouco que resta também vá embora. Quebrei-me quando ignorei o alerta aos meus ouvidos, que, fechados, permaneceram — nem sequer despertaram. E quanto de mim se foi, perdi-me outra vez. Mas qualquer tempo é hora, qualquer momento é tempo — e ainda dá para juntar o que ficou pelo caminho. Vamos embora. NRC®  

Nada vale, tudo é válido com Cristo!

 Nada vale, tudo é válido com Cristo! O que se pensa, nada vale; O que se vê, nada vale; O que se sente, nada vale; O que se faz, nada vale; O que se imagina, nada vale; O que se é... nada vale. Pois o que molda o caráter de uma pessoa vai além daquilo que os olhos alcançam — há reparações que não se veem, mudanças que só Deus realiza. Isso não se compra, não se vende, não se empresta; isso se conquista. E quanto mais se aproxima daquilo que Deus representa, mais puro se torna o pensamento, mais sinceras as intenções, mais suaves os sentimentos, mais justas as ações. Tudo isso — e só isso — traz verdadeiro valor à vida. NRC®

Nada vale, tudo é válido com Cristo!

Nada vale, tudo é válido com Cristo! O que se pensa, nada vale; O que se vê, nada vale; O que se sente, nada vale; O que se faz, nada vale; O que se imagina, nada vale; O que se é... nada vale. Pois o que molda o caráter de uma pessoa vai além daquilo que os olhos alcançam — há reparações que não se veem, mudanças que só Deus realiza. Isso não se compra, não se vende, não se empresta; isso se conquista. E quanto mais se aproxima daquilo que Deus representa, mais puro se torna o pensamento, mais sinceras as intenções, mais suaves os sentimentos, mais justas as ações. Tudo isso — e só isso — traz verdadeiro valor à vida. NRC®

Um casamento perfeito

 Um casamento perfeito Quando estiver no trabalho, dedique-se integralmente às suas incumbências, conforme o acordo contratual ou normativo. Ao retornar para casa, volte-se à família e às demais particularidades da vida pessoal. É natural que, em certos momentos, ocorram algumas interferências entre um campo e outro, mas que sejam mínimas. Esse equilíbrio é imprescindível para um melhor aproveitamento — tanto profissional quanto pessoal. NRC®

A Caminho da Conquista!

  A Caminho da Conquista! Quando se tem um objetivo e, de fato, se aceita o desafio, qualquer esforço vale a pena . Não há espaço para perder tempo; por isso, é de suma importância dedicar-se inteiramente ao projeto, pois a vitória está se aproximando . O esforço empreendido traz regozijo e, ao mesmo tempo, exaustão , mas isso não é motivo para desistir. O descanso virá — porém, somente após a grande e tão almejada conquista . NRC®

O Sensor Interior!

 O Sensor Interior! Perdeu-se o “sensor”? Lá se foi o autocontrole. Aquele que fazia refletir antes de agir, pensar antes de reagir. Esse “sensor” é tão sutil que, às vezes, torna-se imperceptível — principalmente para quem já perdeu o juízo. É ele quem o faz fechar-se quando o “eu explosivo” tenta vir à tona. Nada diz naquele instante decisivo; vence-se a si mesmo por meio do silêncio. Na verdade, é o controle que assume o comando da situação. Devemos aprender a calar, a conter gestos e palavras contrárias ao ato da pacificação. Ouvir atentamente, processar o que se escuta — isso é sabedoria. E se, por alguns segundos, você fechar os olhos, perceberá: o “sensor” ainda está aí — dentro de você. NRC®