Reflexão sobre Representatividade e Responsabilidade
Reflexão sobre Representatividade e Responsabilidade
É natural que as pessoas reclamem ou demonstrem algum nível de insatisfação em relação às mais diversas situações. Em especial, volto-me aos rumores que vejo e ouço em desfavor de nossos representantes políticos.
Mas cabe uma pergunta inevitável: quem os colocou nas casas legislativas e nos palácios, com a finalidade de nos representar em conformidade com a Carta Magna de 1988?
Quem, a cada dois anos, se depara com as mesmas falácias e os mesmos problemas, diante de poucas mudanças, já que a grande maioria permanece nos cargos, renovando seus mandatos sucessivamente?
Haveria um único culpado ou vários?
Acredito que as falhas existem em ambos os lados. Os eleitores, por vezes, tentam renovar ou transformar esse cenário, mas esbarram na permanência de figuras que pouco se esforçam para promover mudanças reais. Como consequência, nada muda quando se compara o presente com o passado.
Por outro lado, muitos representantes do povo não têm, de fato, ouvido as vozes da população. Tampouco parecem temer a reprovação, pois, a cada período eleitoral, repetem promessas que ecoam como velhos discursos: “farei diferente”. No entanto, na prática, pouco ou nada fazem.
Um dos maiores desafios reside no sistema. Para enfraquecê-lo, vencê-lo ou transformá-lo, é necessário muito empenho — uma mobilização consistente e, sobretudo, uma renovação verdadeira.
Para que isso aconteça, é imprescindível escrever essa esperança em páginas limpas, com firmeza e responsabilidade.
Força, Brasil! 🇧🇷
NRC®
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