Pra quê?
Pra quê?
Algumas decisões em nossas vidas não requerem reflexão antes de serem tomadas. Contudo, é sabido que atitudes estudadas tendem a tornar mais assertivo aquilo que se busca.
Dias desses, em um bate-papo com um amigo, Armando Nogueira, conversávamos sobre situações ocorridas no ambiente profissional. Referíamo-nos a outro amigo que nos contou determinadas ações realizadas durante o trabalho — desnecessárias, diga-se de passagem — mas que, ao ouvi-las, soavam até engraçadas.
Diante disso, expressei apenas uma questão:
Pra quê?
Esses “quês”, quando analisados de forma fria e calculada após o ocorrido — mesmo não havendo um resultado desastroso, apenas algo que se resolveria com simples manutenção — poderiam ter sido evitados se houvesse apenas a observância do que é normal, do que é correto.
E se tal negligência, imperícia ou imprudência tivesse produzido um resultado mais gravoso?
É fato que, na maioria das vezes, se as regras fossem observadas, menos incidentes ocorreriam.
Então, afinal… pra quê correr perigos desnecessários?
NRC®
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