Entre quebrar a cara e quebrar-se!
Entre quebrar a cara e quebrar-se!
Quebrar a cara é bem diferente de quebrar-se. Este último remete a algo íntimo, profundo e desafiador — muitas vezes necessário.
Aquele, por sua vez, carrega o tom do agir por impulso, mesmo quando se sabe que o caminho ou a forma escolhida trarão resultados prejudiciais.
Ambos trazem, em seu cerne, uma demonstração de amor e afeto, sobretudo no primeiro caso. Ainda que haja alertas sobre uma possível ruína — conscientemente ignorados — alguém decide e afirma: “pagarei o preço, quebrarei a cara”.
Já o quebrar-se encontra-se no campo da decisão consciente: fazer isto ou aquilo. Em essência, trata-se de escolhas.
NRC®
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