O grito de um pavor!
O grito de um pavor!
Numa noite não qualquer, lá pela madrugada de um certo dia, ao se olharem gritaram, cada um com seus preocupantes pavores (medos), afinal, o que antecedera foi muito inesperado.
Esposa e marido dormiam naquele fatídico evento (data não precisa). Ela grávida de uns 8 meses de uma menina. Uma noite parecida às outras, no entanto, um fato mudou ou provocou a quebra de uma rotina normal do casal.
Por volta das 02h daquela madrugada (algum dia dos anos 2000), ouve-se um barulho na porta (batidas), alguém estava ali. Aquele rapaz e sua esposa acordaram, levantaram-se e foram verificar tal insistência. Ao abri-la depararam-se com alguns homens, talvez uns 6, fortemente armados (até mesmo com armas longas).
Um choque, um espanto, que susto! Afinal, quem eram aqueles homens, o que queriam? Tais questionamentos não foram feitos por nós, haja vista, o grande aperto que nos acometera.
Esses homens armados disseram que eram policiais civis, na oportunidade perguntaram se havia mais alguém dentro de casa, além de nós, ou se alguma pessoa adentrara o local naquele período (espaço de tempo), pois estavam procurando um indivíduo (não há lembrança do nome de quem diligenciavam). Talvez, não questionaram mais pelo fato da situação de gravidez da linda moça.
Depois que foram embora, o jovem casal retornou para o quarto, porém, num breve estado de choque ou susto ao se olharem começaram a gritar (berrar de pavor – pareciam estranhos), até perceberem que a porta de entrada permanecera aberta, e um dizia ao outro para fechá-la, depois de algumas resistências por parte de ambos, a garota gestante a fechou (estava mais preparada, pelo menos psicologicamente e emocionalmente).
Depois desse fato, dias depois, nascera a princesinha Stefhany. Mais um fato, parecido simples que poderia ter trazido problemas mais complexos em nossas vidas.
NRC®
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