Fecham-se as cortinas!

São Paulo, 14 de agosto de 2025.

Fecham-se as cortinas!

Que tal mostrar algo que não é visto por ninguém, senão por você mesmo? Antes que os outros adentrem ou te vejam, ou melhor, reparem em ti as características peculiares, que sabes e conheces muito bem.

Ah, deve-se ter cuidado com as fretas, pois delas pode haver olhares que podem deturpar fatos de sua vida. Quanto a isso, percebe-se que “todo cuidado é pouco”, mas chegará algum momento [crucial] em que terás de abrir as janelas, portas da casa [interior], e para quem será? Ou o que dirão as pessoas, e ainda como receberás tais intromissões.

Há pessoas que escancaram as suas vidas e não estão preocupadas com o que os outros dizem, querem que falem se bem ou mal, mas interfiram. Já outras são mais reservadas [em suas vidas] e não pretendem revisitar seus reais adjetivos ou expô-los.

Diante disso, está a “privacidade” dos seres humanos e como se proteger ou se preservar de tudo isso, uma vez que, em todas as partes, infringem leis e normas e, também, aos bons costumes. O “x” da questão tem sido os entendimentos, pois para uns é de um jeito, para outros de forma diferente.

Nesse cenário real, vive-se numa “ciranda tecnológica”, quer dizer, além dos olhares alheios, há as diversas ferramentas digitais que, constantemente, invadem a privacidade das pessoas. No entanto, sabe-se que o mundo contemporâneo tem sido mais célere quanto aos dados e notícias em relação ao tempo pretérito.

Em suma, privar-se de ações externas é quase impossível, mesmo não sendo conhecido, por mais cuidados que se tenha, sempre haverá alguém que compartilha contigo alguma confidência, e se o segredo deixar de sê-lo? Por isso, ter cautela é particular, coletivo e seguro. Portanto, faz-se necessário respeitar as pessoas, suas escolhas, seu espaço, suas particularidades, suas vidas. Sendo assim, às vezes, é fundamental fechar as cortinas e se distanciar das tantas falácias e informações [não verificadas].

NRC®


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