Faça por mim aquilo que somente eu devo fazer!
São Paulo, 06 de fevereiro de 2025.
Faça por mim aquilo que somente eu devo fazer!
Quanto mais, mais, quanto menos, menos. Assim são as intercorrências que nos apresentam ou que vivenciamos no cotidiano. Situações que estão sempre perante cada um de nós, seja no papel familiar (alguma função), no trabalho, na escola, ou noutra atribuição… seja, seja. Nesse espaço, ocupado por pessoas, há os que mais e menos agem na proporção essencial, alguns mais outros menos, ou seja, aqueles que fazem (de maneira profícua) vão além, como também pessoas que esperam dos outros que lhes façam as vezes (ou por elas).
Diante desse cenário, sabe-se que há incumbências que precisam de intervenção de alguém mais capacitado, ou com alguma autoridade, ou com mais experiência,… nisso se alinha as competências concedidas ou conquistadas nesses espaços sociais. Mesmo diante dessa temática de funções ou atribuições, ainda que transitórias, é fundamental que o trabalho realizado seja feito com maestria, o mais próximo da perfeição, do mais simples ao mais complexo, e não ficar apenas na dependência ou na inércia no desenvolvimento de alguma missão/competência (a não ser que não lhe foi permitido alguma discricionariedade ou participação).
Torna-se mais cômodo quando alguém faz as nossas vezes, assim sendo não precisaria haver esforço ou busca de algum esclarecimento, ou se debruçar nalguma pesquisa, ou se inteirar de alguma normatização,… conquanto, faz-se primordial que mesmo nessas condições (também) se faça além daquilo apresentado (que foi determinado, na intenção de corroborar ao pedido), quer dizer, operacionalizar de forma salutar, agregar mais valores, demonstrar mais empenho… nisso se diferencia uns de outros, os que realmente fazem (dão o melhor de si) daqueles que só reclamam ou expõem alguma dificuldade/empecilho, sem revelar solução ou sugestão (melhoria). E o pior, enquanto reparam nos outros fatores quaisquer deixam de cumprir os afazeres (passivos que fazem), diante disso, enganam-se achando que são melhores que os demais.
Em suma, sabe-se que na sociedade as pessoas de um modo geral têm diversos papéis sociais (como já inserido no campo do conhecimento pelo filósofo Émile Durkheim), um homem ou uma mulher pode apresentar inúmeros comportamentos sociais, ou melhor, pai ou mãe, filho ou filha, patrão ou patroa, aluno ou professor,… nisso tudo há necessidade de compreender o que e como fazer algo, pois é diferente o papel de pai com o de marido ou chefe de família, de mãe com o de esposa ou de professora, filha e etc., ao vivenciar ou praticar essas diferentes características é imprescindível separar uma das outras, porém com aplicação daquilo que sobressai a passividade ou mediocridade.
Quando ocorre a inversão dos papéis surgem problemas (dos mais simples aos mais complexos), sendo assim, aquilo que foi proposto/designado a fazer deve ser realizado com dedicação, cuidado, atenção, proatividade,… sempre no intuito de ir além daquilo que foi solicitado ou requerido.
NRC®
Comentários
Postar um comentário